samedi 15 septembre 2012

Por que não escrevo mais? Por onde anda a inspiração?
Essa musa de asas nevoadas, que me passa deixando apenas um rastro dificil de seguir...
talvez seja necessário um motivo, seja a esplendida alegria ou a mais profunda dor.
Pois a dor é necessária à arte.
 Que dor ?
Talvez não dor fisica, ou somente emocional, mas uma dor de falta,
daquilo que não se teve, ou que se deseja de volta,
sabendo que as coisas passam e nós é que continuamos, aqui, com pedaços caindo e outros se acoplando
Talvez meu corpo precise de um tempo exato, ou de um clima certo, um alguém incerto...
quem sabe o que leva essa alma ansear por palavras, o coração por um pulso fora do ritmo ?
Quando não se tem mais a certeza do que seguir, de como chegar,
 quando nos esquecemos como caminhar , sinto falta de algo que nunca tive, e saberá o tempo se o terei.

O que ficou para trás.

Sabe-se que o gostar é verdadeiro
quando a dor por não possui-lo é demasiada grande
que deve ser escondida.
Porque se ao esconde-la do mundo dói, faze-la saber dói ainda mais.
E é preciso entender que o coração cansa de gostar,
e também cansa de sofrer.

lundi 6 août 2012

Romãs e Zeppelins

Tudo começou com um erro.

Naquele vaivém de memórias e momentos,

 onde teus pássaros não ensinaram a cantar

onde não distribuiram cores, 

onde mesmo a chuva doía

e magnólias escondiam suas flores.

Nesse tempo quis eu, decidir se te amaria

decidir se queria te amar.

Enquanto voce corria entre minhas pernas

deitadas num divã, num amanhã, num Zeppelin.

jeudi 26 janvier 2012

No light


Lentamente afogando-se, com o que é tão pesado para carregar
vai valer a pena todo tempo perdido, toda força feita para proteger o coração,
que por lá se arrasta sem fazer som
sussurrando condenações para aqueles que têm corações tão pesados quanto o meu.

E nunca mais houve luz naqueles olhos.