Passeias entre falanges
Leve, em precisos movimentos
Tu, que a tantos assustas
E que produz tão doce alimento
Que te fiz eu,
Para que te zangaste
Teu ferrão jaz em minha pele
M'abeille, te enganaste
Feriste a mão errada, perdeste tua razão
Eu nada aprendo, posto que nada te fiz
E agora morres, tristemente e em vão.
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