Nas planícies de trigo
Qualquer coisa que tiveres na cabeça
Além do consciente
Vácuo, tambor.
Sou tudo nada a parte
E me esqueço de tudo o que não é vivo
As árvores balançam ao vento
É estranho não conseguir pensar em qualquer coisa.
Vibração
Nada seria se não será, tem-se que ser, nascer, estar
De novo todo azul
Onde o ar esquece que é vital.
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