Embaixo do seu guarda-chuva verde
As palavras correm soltas, não fosse a língua presa.
Os pés molhados dentro do sapato marrom
Estão enrugados como a velha árvore.
Amanhã o tempo virá melhor.
Sobre os estilhaços das canções, dos refrões
Gastos de álcool e saliva
Cabe a vida num vidro
Numa tarde de quinta.
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