No fim sua alma era poema
Romanesca incurável
Falava de dores, de amores
De cheiros e cores
Era poeta afinal.
Escrevia às paredes
Listava seus inventários
Falava pelos cotovelos
Contava amigos imaginários
Enrolava-se às suas redes.
Na singela recordação
Acalentava o sono
Feita de poesia e imaginação
Era o que podia ser.
Mas em meio a outros era muda.
quero falar ela, parece ser bacana, mas não queria que fosse muda.
RépondreSupprimerCocou Sofhie
RépondreSupprimerSou amiga de Ravi e ele me indicou seu blog para ler e seguir. Adorei o que encontrei aqui e sigo-te.
O poeta é assim... fala para si e aos outros através do seu sentir nas palavras, mas em meio a multidão é na maioria das vezes, mudo!
Bisous.